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 em: Abril 01, 2016, 19:26:33 pm 
Iniciado por ST - Última mensagem por paulosebin
Olá. Há uns 3 meses pesquisei a respeito de uma receita de Licor de Chocolate e sem querer encontrei. Muito legal, parece ser gostoso.

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 em: Dezembro 02, 2015, 22:38:36 pm 
Iniciado por Andrecasabella - Última mensagem por Andrecasabella
Oi, gente! Hoje vim falar de um novo costume que vem ganhando espaço entre os cariocas: frequentar os bares e restaurantes dos hotéis do Rio de Janeiro! Pode parecer estranho que alguém que viva na cidade passe a ir a hotéis de repente, mas isso tem uma razão: os estabelecimentos têm investido tanto na gastronomia que está valendo a pena ir comer nesses lugares, mesmo não sendo turista. A boa pedida é tomar uns drinques, jantar com vista para o mar ou almoçar com a família!

Isso vem acontecendo porque o Rio é um dos principais pontos turísticos do país e, por isso, concentra grande quantidade de hotéis. Ultimamente, eles têm contratado grandes chefs, o que torna seus restaurantes super requisitados, inclusive para quem não está viajando. No último ano, o Rio ganhou sete novos estabelecimentos gastronômicos abertos ao público instalados em hotéis.



Os estabelecimentos investem tanto nesse nicho que, às vezes nem é preciso mudar de lugar para ir do almoço à janta e da janta à festa. No Sheraton, por exemplo, dá para comer em um dos dois restaurantes: o especialista em comida italiana Bene, inaugurado há um ano, e com uma bela vista para o mar, da praia do Leblon às pedras do Arpoador, ou o francês L`Etoile, que fica na cobertura do hotel e oferece uma vista privilegiada da praia do Leblon à noite.
Depois, é só partir para o Dry Martini Rio, bar que fica no térreo e é um luxo só! É a filial carioca do bar criado há 37 anos pelo mixologista Javier de las Muelas em Barcelona. Gastronomia não é o forte do bar (e nem precisa, né?), mas o elegante salão combina com uns bons drinques. No cardápio, além do famoso que dá nome à casa, há outras quatro versões do clássico e combinações como vodka, suco de maracujá, suco de toranja e clara de ovo.

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 em: Setembro 05, 2015, 14:19:00 pm 
Iniciado por Filomenav - Última mensagem por Epap
Olá

Fica aqui a receita de morangada de limão. Por cá passamos a vida nisto

http://www.receitasnamorada.org/2015/06/morangada-de-limao.html

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 em: Setembro 04, 2015, 18:55:34 pm 
Iniciado por isadosa - Última mensagem por isadosa
Colita de Cuadril no Forno
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A Receita é da Argentina, mas pode ser feita no Brasil
A "Colita de Cuadril" é como se fosse uma picanha, só que com menos gordura. Na verdade, essa é uma carne típica aqui na argentina (de onde vem a picanha argentina, mas que não é vendida aqui ou muito menos conhecida).

De fato, você pode aproveitar alguma das milhares de promoções que há ultimamente pra viajar pra Argentina e cozinhar diretamente o prato lá =)! A Voe Azul Passagens é uma das que oferecia alguns descontos impressionantes, mas se você vai ficar por aqui mesmo, entendamos um pouco melhor a receita:

À diferença da picanha, que normalmente é feita na brasa, a Colita de Cuadril vai muito bem no forno, com batatas ou outros legumes que aguente um tempo médio-longo de cocção. O que acontece é que a Colita tem muita gordura entremeada e aguenta altas temperaturas sem ficar "borrachenta", o produto final é uma carne saborosa, suculenta e que se desfaz na boca, com uma capa ligeiramente crocante.

Pra receita você precisa basicamente de:

- 1 peça de Colita de cuadril
- 3 batatas grandes
- 4 cenouras grandes
- 2 Cebolas grandes
- Pimenta Negra e Sal

Preparação:

Em primeiro lugar, macerar a carne com um pouco de pimenta negra  - ou outro condimento que você queira usar -, sugerimos não colocar o sal ainda.

Após uma hora mais ou menos, corte as batatas, cenouras e cebolas em rodelas e, com a carne no meio de uma travessa, espalhe ao redor.

Não precisa cobrir, você pode acrescentar um fio de óleo, pra ir cozinhando os legumes antes que a própria gordura da carne se encarregue de dar-lhes o gostinho extra.

Vire a carne após aproximadamente 45 minutos de forno em temperatura média-alta. Depois de cerca de uma hora e meia, pode retirar e levar direto pra mesa. Acompanha com pão (no melhor estilo argentino) e é só felicidade.

Ah, um bom vinho tinto - recomendo Cabernet Sauvignon - fecha com chave de ouro.

Fotos:


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 em: Agosto 24, 2015, 12:14:51 pm 
Iniciado por luisam1 - Última mensagem por paulosebin
Olha só que interessante. Sou do Brasil e foi muito bom saber sobre esse evento. Vou compartilhar essa notícia nas minhas redes sociais.

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 em: Agosto 24, 2015, 12:13:39 pm 
Iniciado por Wellsarto - Última mensagem por paulosebin
Achei bem interesse seu blog. Gostaria de dar parabéns..

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 em: Agosto 24, 2015, 12:13:11 pm 
Iniciado por alges1981 - Última mensagem por paulosebin
Será que não tem algo de errado na descrição da receita? Você tem essa receita completa para compartilhar e lermos?

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 em: Agosto 24, 2015, 12:09:59 pm 
Iniciado por paulosebin - Última mensagem por paulosebin
Eu gostaria de atualizar essa minha apresentação, por que agora eu estou trabalhando em outra empresa de adesivos de parede. Estou atuando no departamento de comunicação da empresa X4 Adesivos de Parede. Dentro do mundo dos negócios, é assim, uma hora está com um projeto, ora está em outro.

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 em: Agosto 04, 2015, 16:17:57 pm 
Iniciado por tirwit - Última mensagem por peterson18
Boa tarde

Antes de mais gostaria de agradecer a aceitação neste blog sobre culinária.

Concretamente gostaria de aumentar os meus conhecimentos sobre os vártios ingredientes que se usam para culinária e também para responder ao user Tirwit sobre sementes raras. Uma delas eu tenho para venda, o coentro em semente. Ainda está interessado ?

Cumps,

Pedro Lopes

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 em: Julho 31, 2015, 14:58:53 pm 
Iniciado por isadosa - Última mensagem por isadosa
Certamente muitos de vocês podem conhecer as propriedades e usos de batata e farinha, tapioca, no entanto, grande parte da população é um completo desconhecido. É um alimento usado principalmente na culinária latino-americanos e africanos sem glúten, virtualmente sem gordura, rica em hidratos de carbono, vitaminas B e C, e minerais como o magnésio, potássio, ferro e cálcio. Não é doce e amargo variedade, que oferece inúmeras opções de restaurantes, tornando-se um must-have em nossa cozinha. Se você for  viajar pelo nordeste, não deixe de aprender tudo sobre um dos melhores pratos da gastronomia brasileira!


Mandioca (mandioca ou mandioca) deve ser consumida lavadas, descascadas (a pele não é comestível), cozido (descartando a água usada para cozinhar), ralado ou transformados, para evitar a toxicidade.

Tapioca, entretanto, é mais integrada na nossa sociedade e que pode lhe dar o mesmo uso de farinha de trigo. No entanto, é particularmente recomendada nos seguintes casos:

- Distúrbios digestivos: a sua qualidade de emoliente e protectora da mucosa gástrica, bem como pela sua capacidade de ser digerido.

- Celíaca: graças à não contém glúten em sua composição.

- Convalescença: ajuda à melhoria da saúde devido ao seu alto valor energético.

- Atletas: pela mesma razão, é um aliado importante para as pessoas que praticam esportes.

Este alimento, tanto como um tubérculo como farinha, está presente em receitas internacionais bem conhecidas como fufu, farofa, a garri, o Malinke, o bammy, o ugali, o cassarep ou chipá. Pra quem puder dar um pulinho no nordeste, a american airlines  tá com umas ofertas super bacanas pra quem quer aproveitar esse inverno no calor do caribe brasileiro!



A Mandioca  foi uma das principais culturas pré-colombianas. Porque a manutenção, a mandioca foi uma das principais fontes de abastecimento de subcontinente norte indígena, e foi parte da dieta tradicional dos Taino, Arawak e Carib habitantes nativos do Caribe. No Brasil, ele é chamado de farinha de tapioca para a massa de pão molhado mandioca, blindado e disparou em alta temperatura.

Nas primeiras décadas pós-descobrimento, viajantes estrangeiros já registravam a existência dos beijus, preparados pelos índios com a goma da mandioca. Segundo a antropóloga Paula Pinto e Silva, autora do livro Farinha, feijão e carne-seca – Um tripé culinário no Brasil colonial (Senac-SP), tais bolos redondos, regados com mel, eram consumidos logo pela manhã e ao longo do dia.


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