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Breve história
Na antiguidade, a alimentação era constituída essencialmente por carne de caça, frutos, animais de capoeira e peixe. A criação de gado bovino e ovino era rara e os proprietários evitavam matá-los por serem úteis no trabalho e indespensáveis na reprodução e fornecimento de leite e lã.
No século II a.C., foi quando começou a prática do abate de bovinos, embora o seu consumo viesse a desenvolver-se bem mais tarde. Estufar, cozer e assar, com molhos e temperos, forma métodos pioneiros para cozinhar a carne. Mais tarde, as pessoas que podiam dar-se ao luxo de consumir carne, assavam-na no espeto ou coziam-na e serviam mergulhando-a no caldo.
Aos poucos, o consumo de carne foi-se expandindo e já na Renascença, esta não faltava em nenhuma mesa. No entanto, a carne de porco passava a ser a mais consumida em detrimento a de origem bovina.
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A descoberta das aves e dos animais de capoeira ficou marcada pela aparição dos "gallus domesticus" que, segundo Charles Darwin, surgiu na ilha de Cret e na Grécia por volta do século IV a.C., vindo do Oriente. Rapidamente se espalhou pela Europa e já no século I a.C., os romanos dezenas de raças. Simultaneamente, surgiram também a galinha d'Angola oriunda da África Ocidental e das ilhas de Cabo Verde, e o perú, de origem mexicana, trazida pelos espanhóis por volta do século XVI e que nessa época era chamado de "galo da Índia". Sobre patos e gansos, os testemunhas remontam a épocas antiquíssimas.
O ganso era um animal domesticado pelos egípcios e prova disso são as suas pinturas e hieróglifos. O pato descende de um antepassado selvagem - o "germano real", que por sinal, tinha uma carne muito estranha. O coelho, também integrado neste grupo de animais, possui um antepassado selvagem espalhado, desde os tempos antigos, por todo o mundo.
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